segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

8.2.2010

Verde é a cor da esperança,
amarelo é a cor da felicidade,
azul é a cor da tranquilidade,
vermelho é a cor da paixão.
Agora faz teu próprio poema.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

8000!

8000 visitas....
A cada uma o meu obrigado.
P.R.N.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Contigo

Não sei, não consigo pensar. O tudo que me rodeia é amplo como o mais pequeno e anónimo pensamento. Rodopio no eixo por ti afirmado sem sequer o desejares. Mas eu desejo o silêncio das carícias do nosso pensar. É noite aqui, é doce aqui contigo.

sábado, 30 de janeiro de 2010

30.1.10

No lugar do coração, nasceu uma estrela
e dentro dela, o doce ritmo do seu coração.
Deixei de ter medo do escuro, das vozes
cumprindo pena dentro de mim.
O Sol nasceu.
Recordo que sempre andou por perto.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Um presente

No presente dia se canta a curva dos dados.
Eles caem e cantam seus sinas para quem quer,
para quem não mais espera de esperança
algum último suspiro. Mas não tu.
Um presente em dia de ficar menina,
na distancia de alguns passos apenas.
Entre aqui e ali, segredos sucedem-se,
entrelaçam-se na dança dos sonhos.
Hoje é um doce navegar na lenta beleza
de sentir, de revelar, de ser, de acreditar.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

25.1.10

Um novo tempo desceu-me assim, sem que por ele desse. De mim parido qual novo dia. A felicidade é uma criança travessa a jogar às escondidas. O tempo de correr no escuro esfumou-se nas paredes do labirinto disfarçado de arco-íris. O tempo de encontrar, sorrir, respirar fundo... acaricia-me de novo o rosto e sinto-me... Não, não o vou dizer. Vou senti-lo.

domingo, 1 de novembro de 2009

Palavras fechadas

Nunca fecho verdadeiramente os olhos.
A comunicação é-te sempre dirigida.
Os porquês, os porque não, os se apenas…
Afinal é comigo que falo. Faço de ti meu anjo da guarda
e eu o eterno distraído sonhador.
Nunca os fecho verdadeiramente.
É uma maneira de não te ver na claridade
a ricochetear no interior desta capela
erigida com a doçura das palavras levadas pela esperança.
Já aqui não mora. Desistiu de me sonhar
ou então julgou-me por fim mestre
da minha própria plenitude.
Mas a minha plenitude és tu.
Como vai meu olhar fechado resolver isto?