cada cabelo é como uma palavra
que fico enrolando à volta do dedo
até me esquecer.
que fico enrolando à volta do dedo
até me esquecer.
Nada nunca foi perto demais.
Nem o pensamento
dentro da minha cabeça.
Eu era fantasma em infiel terra de serpenteantes faces de carnaval sem raíz ou tempo. Eu vagueava penadamente corredores de luminosos queixumes e mágoas eclipsados pela voracidade do breu alado e desgovernado no fundo dos corações. Eu aprendia a reler a a não ver os olhos cegos. Eu renascia longe de mim. Eu recusava, eu sabia. Já aqui tinha estado.