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Bem-vindos ao momento de ponderar a ausência. Está-se em cima do monte, sentado, o pôr do sol a exibir-se à frente dos olhos e a dança dentro da cabeça nada mais é do que aquilo que não está lá. Temos de nos colocar para lá do horizonte, pegar fogo com o próprio sol e iluminar a abandonada silhueta em ponderação, os pensamentos engarrafados e atirados ao mar com seus pedidos de socorro dentro. Na melhor das hipóteses, esquecemo-nos, não tanto porque estamos lá, mas que estamos lá.
1 comentário:
Quando um dia percebermos que a ausência é apenas o antes e o depios eterno da presença, todas as ausências nos dariam a esperança de um pôr do sol...
Beijos imenos,
S.
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