Aí vem o Sol, senti eu caminhando no veludo azul das nuvens, Sorri por tudo ver ao contrário e tudo parecer direito. Contei histórias a mim mesmo e embalei-me contando-te cabelo a cabelo... E tu sorriste também antes de adormeceres. O teu sussurro levou-o a brisa de Verão. Olha como Sol vem... Viramos o rosto para ele, como se flores fossemos e deixamo-nos simplesmente ser no aquecer.quinta-feira, 29 de abril de 2010
No aquecer
Aí vem o Sol, senti eu caminhando no veludo azul das nuvens, Sorri por tudo ver ao contrário e tudo parecer direito. Contei histórias a mim mesmo e embalei-me contando-te cabelo a cabelo... E tu sorriste também antes de adormeceres. O teu sussurro levou-o a brisa de Verão. Olha como Sol vem... Viramos o rosto para ele, como se flores fossemos e deixamo-nos simplesmente ser no aquecer.terça-feira, 27 de abril de 2010
Segredo
apenas no coração das palavras.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Bicho-solidão
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Uma espécie de esquecimento
«E se tu fosses a água do meu banho?»sexta-feira, 9 de abril de 2010
Indizivel
anjo da lua.
moreno como os sonhos de infância,
memórias do quente doce de Verão,
da água beijando os pés e dos sorrisos
comendo o gelado a derreter.
A fotografia fala de sol e azul e mar
fala de luz, de açúcar, de ser feliz,
fala da comichão que tinha no nariz.
Cada momento daquele tempo é agora
e agora é a brisa da ponta dos teus cabelos
fazendo cócegas no meu rosto quente
de plenitude.
Porque teu rosto ao contrário diz-me que estou deitado e é tua sombra a fazer carícia em mim. Plenitude...Que é isso, afinal? É o indizível, dirias tu.
Eu diria que é a frescura da tua pele na minha. Teu olhar de lado meu sorriso. Teu sussurro no meu ouvido. Tudo o que foi passado e tudo o que ainda vai ser vivido.
Um momento a desabrochar feito flor, na emoção luminosa do calor do Verão que ainda há-de chegar.
Pelo mar....
pelo mar....
terça-feira, 6 de abril de 2010
Discutindo o Sol e a Lua
quarta-feira, 31 de março de 2010
As palavras por nascer
Não é no teu olhar que te reconheço.Não é no cabelo de mulher selvagem.
Não é no rir de menina travessa.
Não é no corpo que apenas sonho,
no cheiro que dele se evapora.
É em algo muito diferente
que te reconheço: na palavra pensada,
na escrita sentida, no sonho por vir,
no que está em penitencia em tua cabeça.
Vai e entrega-te a teu próprio sentir.
Deixa teu cheiro, deixa tua marca,
Teu grito vai acordar os indiferentes.
Teu cio vai aquecer as palavras por nascer.
Nada será mais igual. A não ser, talvez
aquilo que sempre foste. E que és.



