segunda-feira, 25 de março de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Quase sempre
Tudo é sempre por agora.
há muito por agora em sempre.
E há muito para sempre em por agora.
E tudo acontece sem darmos por isso.
Quase sempre.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
O calor
Não sabe bem dizer adeus
ao som do bater das asas dos corvos do meio dia.
ao som do bater das asas dos corvos do meio dia.
O adeus dito com um «olá» e um beijo.
Há que desempacotar de novo
Há que desempacotar de novo
todos os piscar de olhos, regá-los e recriar o lugar
onde antes havia planície
à qual chamávamos varanda, carro, cama.
à qual chamávamos varanda, carro, cama.
Apenas quero pôr a minha mão entre
as tuas pernas e sentir o calor.
as tuas pernas e sentir o calor.
Esse será o ocaso.
Isso e dizer adeus ao teu adeus.
Isso e dizer adeus ao teu adeus.
É bom ver-te de novo.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Regresso
Cada pensamento esvai-se
porque acaba sempre a jogar às escondidas.
Sei que estás de regresso.
Sei que pareces um pensamento
mas não és um pensamento.
És o interior da paisagem, és um acreditar.
No lugar onde passavas os dias,
passava-te a brisa entre os cabelos,
entre as coxas, sentias os pés
enterrados na areia e acreditavas.
Entregavas-te às coisas simples da Natureza
porque sabias, sem pensar nisso,
que ela te devolvia a mim.
porque acaba sempre a jogar às escondidas.
Sei que estás de regresso.
Sei que pareces um pensamento
mas não és um pensamento.
És o interior da paisagem, és um acreditar.
No lugar onde passavas os dias,
passava-te a brisa entre os cabelos,
entre as coxas, sentias os pés
enterrados na areia e acreditavas.
Entregavas-te às coisas simples da Natureza
porque sabias, sem pensar nisso,
que ela te devolvia a mim.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
(re) encontro
Será uma espécie de regresso a casa.
O cálice, a voz por trás da porta,
a planície partilhada.
Recolhemos para perto do coração
e o sono do caracol fará a vez da
tinta branca no meio da estrada.
Vou encarnar o espantalho
porque sei que virás até mim.
E cansado de olhar o horizonte e
espantar os corvos, não te sentirei chegar.
Até já estares dentro de mim.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Hoje
Saúde,
levamo-la ao café,
olhamo-la na luz
que nos cai nas mãos.
Não há perguntas a fazer.
As respostas já nós as sabemos.
Direções são
para quem anda perdido.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



